Entradas

Mostrando las entradas con la etiqueta Valentina Rosset

“Trabalho de amor perdido” de Vinícius Romero y “Montanha mágica” de Valentina Rosset

Imagen
  Por Pablo Gamba  Entre los cortos del festival de cine experimental Ecrã, de Río de Janeiro, estuvieron Trabalho de amor perdido (Brasil, 2024) y Montanha mágica (Brasil-Estados Unidos, 2024). El primero es obra de Vinicius Romero, que en 2022 estrenó en Ecrã su hasta ahora único largometraje, Cantochão (Brasil, 2022), y el año pasado Duna Atacama (Chile-Brasil, 2024), corto sobre el que escribimos en Los Experimentos . Valentina Rosset, colaboradora de este sitio web, donde además escribimos sobre su cortometraje anterior, Um tropeço em cinco movimentos (Brasil, 2024), es la realizadora de Montanha mágica .  Trabalho de amor perdido se inscribe en una tendencia contemporánea a homenajear la tradición del cine experimental. Parece una paradoja con relación a que el recorrido histórico de este cine ha seguido la búsqueda de lo nuevo, que conlleva rupturas con el pasado. Pero, según lo que escribió Pablo Marín con referencia al cine argentino en Una luz revelada , e...

“No se ve desde acá” de Enrique Pedráza Botero

Imagen
  Por Valentina Rosset  No se ve desde acá (2024), do colombiano Enrique Pedráza-Botero, participou da recente 31ª edição do Festival de Cinema Chicago Underground. Produzido durante seu mestrado em documentário pela Universidade de Stanford, o filme trata da questão migratória latino-americana aos Estados Unidos, explorando Miami como objeto de estudo presente, e imagens e sons de arquivo como objetos de exploração e construção histórica.  Com enfoque na Colômbia, o cineasta utiliza falas do atual presidente Gustavo Petro, o primeiro de esquerda eleito no país, não só como contexto, mas como confronto ao que vemos ao longo do filme. A montagem com materiais de arquivo segue essa mesma estrutura: imagens interrompidas por flashs na tela, horas propositalmente distorcidas ou apresentadas em recortes que enfatizam sua textura, a boca ou os olhos de alguém. Assim, as cenas gravadas no presente em Miami adquirem uma tensão para além de uma estética de documentário tradiciona...

“A sua imagem na minha caixa de correio” de Silvino Mendonça

Imagen
  Por Valentina Rosset  A sua imagem na minha caixa de correio (2024), de Silvino Mendonça, participou da 8ª Edição do Festival ECRÃ em sua etapa online, e da 19ª Mostra de Cinema de Ouro Preto. O realizador brasiliense passou anos de sua adolescência assinando a SET, revista brasileira sobre cinema que circulou no final dos anos 80 até meados dos anos 2000. Nela, seus leitores se candidatavam para trocar cartas e imagens sobre seus filmes e astros do cinema prediletos, e Silvino Mendonça foi um deles.  Utilizando seu arquivo pessoal das revistas guardadas e cartas recebidas, assim como trechos de televisão do Oscar de 1999 com Fernanda Montenegro e de VHS de quando era criança interpretando Chaplin, ele emprega a montagem como uma brincadeira de descobrimento, uma extensão das colagens e recortes que realizava anos atrás. Assim, o filme não só compartilha um arquivo fascinante da era de celebridades e fã-clubes pré internet, mas também serve como uma exploração pessoal ...

“Grandma Has a Video Camera” de Tânia Cypriano

Imagen
  “Minha avó tem uma câmera de vídeo. Eu percebi mesmo pela primeira vez quando um dia vi que ela me filmava. Perguntei se poderia ver suas fitas, e vi que ela filmava tudo, desde sua chegada à Califórnia. Mas havia algo mais... ao assistir a esses filmes caseiros, vi a história da imigração da minha família (...) me pergunto o que foi exatamente que motivou cada um de nós a se mudar para os Estados Unidos.”   Por Valentina Rosset  Em Grandma Has a Video Camera (2007), Tânia Cypriano organiza a história da imigração de sua família do Brasil para os Estados Unidos no final da década de 70, através de fitas gravadas na única câmera que estava ali presente, pertencente à sua avó baiana, Elda Rosa de Jesus. De mão em mão, a câmera é repassada entre os familiares ao longo dos anos; e fragmentos de vida, classe, brasilidade e americanização vão se entrelaçando num sensível registro familiar e complexo microcosmo da imigração brasileira à América do Norte.  Inserindo-se na...

“Um tropeço em cinco movimentos” de Valentina Rosset y “Materia vibrante” de Pablo Marín

Imagen
  Por Pablo Gamba  En la sección de cortos y mediometrajes de Rotterdam se estrenaron Um tropeço em cinco movimentos (Brasil-Estados Unidos, 2024), tercera película de la brasileña Valentina Rosset, según la lista publicada por el festival, y Materia vibrante (Argentina, 2024), de una de las figuras más importantes del cine experimental argentino actual, Pablo Marín. Son dos películas que comentamos juntas aquí la importancia que tiene en ambas la exploración de la forma fílmica. El corto de Rosset está basado en Corona (1962), pieza para piano del compositor japonés Toru Takemitsu, creada en un momento de su carrera en el que se interesó por la música y las ideas de John Cage. Es una de las obras para las que escribió partituras gráficas. El título se relaciona con los esquemas que el ejecutante encuentra en el papel y que Rosset filma en planos que puntúan las partes de la película como los movimientos de Corona .  Para el cortometraje se grabó y se filmó la interpre...